Toda essa polêmica surgiu com as declarações de uma modelo brasileira, que não afirmou uma preferência por um dos sexos, mas a preferência de que um hipotético filho não fosse gay, lésbica, ou bissexual. Apesar de que se poder deduzir que a afirmação contenha um certo preconceito, entramos num terreno perigoso quanto tentamos limitar a liberdade de quem quer que seja "preferir alguma coisa".
Será lícito obrigar alguém a gostar de alguém ou de alguma coisa? Se a modelo prefere que seu filho seja um menino ou uma menina, é algo que só diz respeito a ela. Ou alguém quer obrigar que ela prefira outra coisa? É possível exigir isso de alguém?
